| Dasa amplia negócios nas classes populares |
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| Postado por Mário Martinelli Júnior | ||||
| sábado, 05 de abril de 2008 | ||||
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Depois de consolidar sua presença em todo o território brasileiro através de uma estratégia agressiva de aquisições, a Diagnósticos da América (Dasa), agora quer reforçar sua participação no atendimento de baixo custo para pessoas que não possuem assistência médica privada. A empresa, a maior da América Latina no setor, com mais de 10% do pulverizado mercado brasileiro de exames em que opera com 15 marcas próprias, criou um projeto piloto instalado em São Paulo a partir de junho de 2006 com sua marca Lavoisier. "Nas unidades em que temos o Laboratório Popular esta operação já representa entre 10% a 16% do faturamento", explica Milton Zymberg, diretor de medicina diagnóstica da empresa. Neste tipo de operação, os exames como raio-x têm um custo de R$ 30,00 e papanicolau, por exemplo, custa R$ 17,00. O de colesterol sai por R$ 4,20 e um teste de gravidez por R$ 19,50. "Os descontos dos exames chegam 80% em relação aos custos normais dos exames", diz. O grande objetivo da Dasa é incorporar entre os clientes parcelas do imenso contingente do SUS que não podem esperar, às vezes, mais de um mês para fazer exames diagnósticos. "Há no Brasil cerca de 37 milhões de pessoas que possuem planos de saúde. O nosso mercado, portanto é todo o restante", acrescenta o diretor. Depois do sucesso de São Paulo com o Lavoisier Popular, a Dasa encaminhou o projeto para outros estados. No Rio do Janeiro, a empresa lançou o Bronstein Popular e o Pasteur Popular, e em Curitiba o da Santa Casa. "Nosso projeto prevê a expansão do serviço para todas as regionais, incorporando Salvador, Fortaleza e Florianópolis. No lugares em que não conseguirmos lançar o projeto com as marcas já existentes, vamos comprar alguma unidade para o lançamento", diz Zymberg. Atualmente o Laboratório Popular existe em 56 unidades em todo o país e atendeu mais de 80 mil pacientes em 2007. "A grande vantagem para a empresa é a utilização da capacidade ociosa para atender este segmento de mercado com exames que são processados com a mesma qualidade do trabalho normal", completa o diretor. Em 2007, a Dasa obteve uma receita de R$ 930 milhões, um crescimento de 32% sobre o ano anterior. No total, a empresa realizou 7,7 milhões de atendimento ou 26% a mais do que em 2006. ( Gazeta Mercantil / SP)
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