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Postado por Mário Martinelli Júnior
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sexta, 16 de fevereiro de 2007 |
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Inicialmente recebido como iniciativa promissora, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) se revelou mais uma frágil promessa. Após a sua apresentação foi possível constatar que é formado por medidas paliativas e intenções requentadas que podem até significar alguns avanços (se implementados), mas protelam o enfrentamento das questões realmente importantes. Esta afirmação se fundamenta a partir da recusa em cortar gastos públicos, ao se propor uma comissão para discutir mudanças na Previdência que serão aplicadas apenas em 2011 e se omitir em relação à regulamentação da Emenda Constitucional nº 29 (EC 29). Comentários (1) |
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